Chatbots, uma revolução invisível

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Iniciei minha carreira no Digital, lá atrás, lá atrás mesmo, em 1995, nem o UOL tinha sido lançado, posso dizer vi de tudo, tudo mesmo, o nascimento do flash, VR, a web 2.0 … Tem coisas que foram moda, outras tendências, e outras realmente se consolidaram como grandes vetores na transformação de como nos relacionamos.

A história dos chatbots, está bem nesta linha, mas o ponto que mais me chama a atenção é como as plataformas de mensagem foram capazes que permear todo o espectro social, veja mãe de 73 anos: “filho preciso falar com as pessoas nesse trequinho do celular”. Os apps de mensagem atingem de A a Z, isso é fato, uma realidade absoluta.

Os chatbots, não propõem nenhuma mudança de hábito ou comportamento, são plataformas para dar escalar em determinado tipo de interação, é uma abstração ao que temos hoje em termos de interface, sacou? … é mais uma interface, que pode ser usada também para relacionamento, construção de marca, prestação de serviços, enfim, você define como esse novo jogador vai atuar no seu time.

Os chatbots não irão acabar com o rádio, com a televisão, com os sites, eles não irão dominar o mundo, será uma revolução praticamente invisível, silenciosa, aliás revolução está que já está em curso, vc acha que mídia programática é o quê? As plataformas de retargeting? Entendeu o que é a revolução invisível: os robôs já estão em operação a quase 10 anos, os chatbots é a pontinha do iceberg que acabou de aflorar, os apps de mensagem começaram a abrir suas plataformas para que terceiros criem seus bots, e aí está a revolução, a revolução acontece quando uma nova tecnologia está disponível em grande escala a um custo acessível.

Fica um ditado e uma aqui a provocação:

Será que posso oferecer um lampejo do meu serviço/produto através de um bot?

Camarão que dorme a onda leva! Ditado esse que a Kodak e outras já aprenderam, de forma bem amarga.


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